terça-feira, 3 de maio de 2016

AGORA É REAL...

LEI No 13.278, DE 2 DE MAIO DE 2016 Altera o § 6o do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que fixa as diretrizes e bases da educação nacional, referente ao ensino da arte. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o O § 6o do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 26. ................................................................................... .......................................................................................................... § 6o As artes visuais, a dança, a música e o teatro são as linguagens que constituirão o componente curricular de que trata o § 2o deste artigo. ..............................................................................................." (NR) Art. 2o O prazo para que os sistemas de ensino implantem as mudanças decorrentes desta Lei, incluída a necessária e adequada formação dos respectivos professores em número suficiente para atuar na educação básica, é de cinco anos. Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Brasília, 2 de maio de 2016; 
195o da Independência e 128o da República. 
DILMA ROUSSEFF 
Aloizio Mercadante 
João Luiz Silva Ferreira

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Exposição Salve São Jorge 23 - 8. ª edição

Abertura dia 23 de Abril de 2016
às 16 horas

Até dia 22 de Maio de 2016
de Terça a Domingo, das 10 às 19 horas

no CCM Laurinda Santos Lobo
Rua Monte Alegre, 306. Santa Teresa - Rio de Janeiro, RJ

Com a participação dos artistas:
Ac Junior | Alexandra Morizot | Almira Correa | Ana Prado | Ana Tavares | Andre Bauduin | Andre Oliveira | Anita Fiszon | Anna Heizer | Arthur Arrabal | Beth Ferrante | Cadu Lacerda | Carlos Eduardo Borges | Cecilia Ribas | Cesar Coelho Gomes | Chica Granchi | Christina Amaral | Claudia Dowek | Claudia Hirszman | Claudia Tolentino | Cris Cabus | Daniele Bloris | Dárcio Augusto | David Sá | Deborah Badaue | Denise Campinho | Eda Miranda | Edson Silveira | Eduarda Clark | Eduardo Mariz | Eduardo Passos | Eduardo Ventura | Eleonora Dobbin | Elmo Martins | Eric Collette | Fabiano Devide | Fernanda Lago | Gabriela Irigoyen | Gabriela Noujaim | Gian Shimada | Gilda Maria | Gilda Santiago | Gilson Morais | Grasi Fernasky | Helenice Bueno | Helio Branco | Henrique Freire | Igor Gomes | Isis Quaresma | Ivo Mensch | Janete Scarani | Jerri d'Oxossi | Joao Moura | Jorge Calfo | Jorge Salomão | Juliano Guilherme | Julio Ferreira Sekiguchi | Jung | Katia Gorini | Léa Soibelman | Lucenne Cruz | Lucia Avancini | Lucia De Bom | Luiz Hazediaz | Marcela Lanna | Marcelo Oliveira | Marcio Zardo | Marcos Junior | Maria Lucia Maluf | Mariane Monteiro | Marilena Moraes | Marina Vergara | Maritonio Portela | Martine Brillard | Mirela Luz | Nice França | Nilton Pinho | Nivaldo Carneiro | Norma Mieko | Osvaldo Carvalho | Paula Erber | Paulo Jorge Gonçalves | Paulo Mendes Faria | Petrillo | Rafael Bezerra | Rafael Vicente | Raimundo Rodriguez | Raquel Faz | Rayane Quaresma | Roberto Esteves da Fonseca | Robson Martins | Rodrigo Sini | Rosa Damasceno | Rosa Hollmann | Rubem Pontes | Sandra Passos | Sergio Sal | Shirley Nogueira | Teresa Prado | Thereza Amaral | Vera Bueno | Virna Santolia | Zito

sábado, 9 de abril de 2016

Artes visuais, dança, música e teatro poderão integrar currículo da educação básica Iara Guimarães Altafin | 07/04/2016, 15h06 - ATUALIZADO EM 07/04/2016,

Artes visuais, dança, música e teatro podem passar a integrar os currículos dos diversos níveis da educação básica, conforme substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD) 14/2015ao PLS 337/2006, aprovado nesta quinta-feira (7) pelo Plenário do Senado. A matéria vai a sanção presidencial.
O texto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/1996) estabelecendo prazo de cinco anos para que os sistemas de ensino promovam a formação de professores para implantação desses componentes curriculares no ensino infantil, fundamental e médio.
A lei já prevê que o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, seja componente curricular obrigatório na educação básica, “de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
A proposta original, do ex-senador Roberto Saturnino Braga, explicitava como obrigatório o ensino de música, artes plásticas e artes cênicas. A Câmara alterou para artes visuais, em substituição a "artes plásticas", e incluiu a dança, além da música e do teatro, já previstos no texto, como as linguagens artísticas que deverão estar presentes nas escolas.
Para o relator da matéria na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), Cristovam Buarque (PPS-DF), a essência da proposta foi mantida no substitutivo da Câmara.
– Esse é um projeto que só traz vantagens, que é incluir o ensino da arte nos currículos das escolas. Sem isso, não vamos conseguir criar uma consciência, nem ensinar os nossos jovens a deslumbrar-se com as belezas do mundo, o que é tão importante como fazê-los entender, pela ciência, a realidade do mundo – observou Cristovam, na discussão da matéria em Plenário.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

32ª Bienal BIENAL DE SÃO PAULO APRESENTA MATERIAL EDUCATIVO DA 32ª EDIÇÃO 06 ABRIL 2016


Geral
32ª Bienal
BIENAL DE SÃO PAULO APRESENTA MATERIAL EDUCATIVO DA 32ª EDIÇÃO
06 ABRIL 2016
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Incerteza viva – Processos artísticos e pedagógicos, organizado por Jochen Volz e Valquíria Prates, foi desenvolvido a partir de um workshop colaborativo com professores. Rodrigo Nunes, Virginia Kastrup, Milene Rodrigues Martins e Mia Couto estão entre os autores convidados da publicação.





Primeira publicação relacionada à exposição, o material educativo Incerteza Viva - Processos Artísticos e Pedagógicos – 32ª Bienal de São Paulo foi lançado pela Fundação Bienal em evento para educadores e entidades parceiras no dia 5 de abril. Com dez mil exemplares, a publicação organizada pelo curador da 32ª Bienal Jochen Volz e pela educadora e escritora Valquíria Prates será distribuída gratuitamente nos próximos meses em ações de difusão, encontros com professores e visitas agendadas durante a exposição. Uma versão digital está disponível para download no site materialeducativo.32bienal.org.br

“A Bienal reafirma o entendimento de que sua atuação pode se estender para além do tempo e do espaço da exposição. Entendimento este que a tem levado, nas últimas décadas, a uma aproximação cada vez maior com uma parcela significativa de seu público – educadores e estudantes – ampliando o acesso à informação e à reflexão sobre arte contemporânea na formação das novas gerações”, explica o presidente da Fundação Luis Terepins.



A 32ª Bienal, com curadoria de Jochen Volz e dos co-curadores Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México) será realizada de 10 de setembro a 11 de dezembro de 2016 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, reunindo cerca de 90 artistas e coletivos do mundo todo. Da concepção à produção, a publicação educativa resulta de um amplo trabalho conjunto entre a curadoria e todas as equipes da Fundação Bienal. No segundo semestre de 2015, professores e educadores sociais foram convidados a se juntar para um workshop colaborativo.

“Desde logo identificamos que seria interessante examinar a noção de incerteza de uma série de pontos de vista distintos porém complementares (…) Esta publicação e também a pesquisa curatorial estarão consequentemente estruturadas em torno de temas como incerteza e narrativas, incerteza e cosmologia, incerteza e ecologia e incerteza e educação”, destaca o curador Jochen Volz.
“Precisamos de uma reviravolta na narrativa da nossa própriaespécie. O que nos relatam do nosso passado glorifica apenas os grandes feitos e as históricas conquistas. Na verdade, a humanidadesobreviveu porque sabia do valor da certeza mas, ao mesmo tempo, foi capaz de questionar as suas próprias convicções” - Mia Couto



Pensado como um fichário a fim de que cada professor/educador possa se apropriar e complementar o conjunto, tirando ou acrescentando cadernos, fazendo cópias, etc. a publicação agrupa relatos reflexivos dos professores em primeira pessoa, textos sobre a obra de 12 artistas que farão parte da mostra e textos de autores convidados – Rodrigo Nunes, Virginia Kastrup, Milene Rodrigues Martins e Mia Couto.

“Precisamos de uma reviravolta na narrativa da nossa própria espécie. O que nos relatam do nosso passado glorifica apenas os grandes feitos e as históricas conquistas. Na verdade, a humanidade sobreviveu porque sabia do valor da certeza mas, ao mesmo tempo, foi capaz de questionar as suas próprias convicções”, escreve Mia Couto em sua reflexão sobre Incerteza e Narrativa.


Registro de atividade realizada por Ana Helena Grimaldi como parte do workshop para elaboração do material educativo da 32ª Bienal, e que integra o relato no texto "Arte na medida" do livro “Incerteza Viva – Processos artísticos e pedagógicos na 32ª Bienal de São Paulo”. © Ana Helena Grimaldi
"Os alunos expuseram os medos que cercam suas escolhas pessoais – que vão na contramão da instituição e de seus professores – e um pensar mais profundo sobre suas relações com os espaços e as pessoas com as quais se encontram diariamente", reflete o professor Paulo Lorenzetti


Registro de atividade realizada por Marcos Felinto como parte do workshop para elaboração do material educativo da 32ª Bienal, e que integra o relato no texto "Uma criação coletiva entre livros" publicado no livro “Incerteza Viva – Processos artísticos e pedagógicos na 32ª Bienal de São Paulo”. © Marcos Felinto

Sobre o exercício que elaborou no workshop em torno dos mapas de salas nas escolas, o professor Paulo Lorenzetti reflete: "percebi que esta atividade tem grande potencial de discussão, tomada de consciência, construção e desconstrução de conhecimentos e sentidos de experiência, pois lida diretamente com o dia a dia dos alunos. A proposição trouxe à tona questões ligadas às relações de poder entre professores e alunos, à falta de autonomia e à consciência das decisões tomadas na escola. Os alunos expuseram os medos que cercam suas escolhas pessoais – que vão na contramão da instituição e de seus professores – e um pensar mais profundo sobre suas relações com os espaços e as pessoas com as quais se encontram diariamente".